domingo, 28 de setembro de 2008

Comodismo

Se você faz o que sempre fez, conseguirá o que sempre
conseguiu.

Dois professores de Edimburgo, uma universidade, um deles disse que uma nova espécie de homem está emergindo no ocidente. É uma nova espécie, do tipo que come demais e às vezes o alimento errado e muito mais do que é necessário para o seu gasto de energia, e como resultado, fica doente.

Ele chama essa espécie de "homo sedentaurius" que segundo ele quer dizer: "Homem sentado". O tipo de vida de muita gente é de fato assim: Sentados para comer, sentados na condução, sentados no escritório, sentados diante da TV... essa acomodação acaba matando!

Para observar os efeitos da ação e inação, um cientista pôs dois cachorrinhos em situações diferentes. Numa gaiola, limpa e bem tratada, colocou um cãozinho em bom estado de saúde. O outro foi colocado numa gaiola onde algumas moscas se agitavam tirando o sossego do pobre animal. Acontecia então que, enquanto na primeira gaiola o cão dormia tranqüilo, livre de qualquer importunação, na segunda, o hóspede não conseguia dormir, porque de instantes a instantes, precisa tocar as moscas que o agrediam. Dias depois, submetidos a observação, o segundo cãozinho encontrava-se em melhores condições de saúde do que seu companheiro que dormia em constante sossego. A conclusão é esta: A ação fora benéfica, a inação é prejudicial à saúde.

No livro de Josué vemos que Calé era ainda forte e vigoroso aos 85 anos de idade, quando pediu a Josué para realizar um empreendimento desafiador. Ele não pediu um lugar fácil para gozar tranqüila aposentadoria, mas disse: "Dá-me este monte"...para lutar e conquistá-lo!

Um garotinho, às nove horas da manhã, ainda estava na cama, dormindo. A mãe, que havia acordado mau-humorada naquele dia, entrou no quarto e foi logo dizendo: "Você não tem vergonha de ficar dormindo até esta hora?

Vamos, levante-se!" O menino, com olhos arremelados, respondeu: "Eu prefiro não ter vergonha, mãe" e virou para o lado e se pôs a dormir de novo.

Um homem muito preguiçoso, tinha que passar pelo cemitério para chegar em casa. Cortou um atalho. Era meia-noite. Por causa da escuridão, o homem caiu numa sepultura que havia acabado de ser aberta. Tentou sair, mas não conseguindo, resolveu passar a noite por ali mesmo. Porém, lá pelas tantas da madrugada, veio um outro homem, que também distraído, caiu naquela cova. Esse, logo se levantou e disse consigo mesmo: "Vou sair daqui, custe o que custar!!" Nisso, o que já estava lá, disse: "Daqui você não sai". E no que ouviu isto, "Daqui você não sai", o homem deu um pulo e já estava longe! Aquele sussurro de um acomodado o motivou a sair de qualquer maneira!

Os engenheiros da NASA contam que a maior parte do combustível usado num foguete, é queimado nos primeiros segundos da partida – é preciso energia e impulso forte para fazer o foguete sair da plataforma de lançamento. Mas quando em movimento, precisa de menos combustível...

venceu a inércia!

Conta-se uma história na qual o diabo resolveu vender todas as ferramentas que ele costumava usar. Lá estavam: o ódio, a malícia, a inveja, a enfermidade, e muitos outros - instrumentos usados para enfraquecer e desviar as pessoas de Deus. Jogado num canto estava um instrumento aparentemente inofensivo chamado "desânimo". Parecia bem gasto, e era o mais caro de todos. Perguntaram ao diabo por que aquele instrumento custava tanto, e ele respondeu: "Bem, é porque esse é o mais fácil de se usar, pois ninguém sabe que pertence a mim. Com este instrumento, eu posso arrebentar a porta do coração com mais facilidade, do que qualquer outro. O desânimo faz com que as pessoas desistam e deixem o caminho de Deus". Esta história ilustra uma verdade pouco reconhecida. Não se ganha nenhuma batalha com desânimo. Desânimo é sinônimo de fracasso.

Se o inimigo lançar uma seta de desânimo, diante de um objetivo que você tem diante de si, colocando em sua mente o seguinte pensamento: "Acho que não vou conseguir", o que você deve fazer? Imediatamente rejeite esse pensamento com o escudo da fé. Diga: "Tudo posso em Cristo, que me fortalece". (Milton Azevedo Andrade, em Vida Em Abundância, pág.. 227).

Eu li num livro para pastores, que "o pastor pode reagir de dois modos ao desânimo: arrepender-se ou desistir. Deus não faz uso de um pregador desanimado". (Darrel W. Robinson, em Vida Total da Igreja, pg 97).

Você já observou quantas vezes Jesus apela para a reanimação? Ao
paralítico de Cafarnaum (Mt 9.2) e à mulher hemorrágica (Mt 9.22), Ele ordenou: "Tem bom ânimo". Aos discípulos no mar da Galiléia (Mt 14.27) ou no cenáculo de Jerusalém (Jo 16.33), Jesus repetiu "Tende bom ânimo". E a Paulo, quando o apóstolo estava preso numa fortaleza em Jerusalém, "o Senhor, pondo-se ao lado dele, disse: "Coragem!" (At 23.11).

Um certo escritor fez a seguinte observação: "O homem da caverna não vê a paisagem". Habituou-se tanto a ela que não mais lhe percebe a beleza. Cuidemos para que o mesmo não aconteça conosco. (Nilson Dimárzio, em O Jornal Batista, pg 9 11 a 18/11/2001).

F. Nietzsche, filósofo que fora cristão até sua juventude, declarou sobre nós: "São todos parecidíssimos, pequeníssimos, redondíssimos, acomodadíssimos, enjoadíssimos". Infelizmente, vemos muitas igrejas tentando manter penosamente estruturas ultrapassadas e anacrônicas. (Walmir Vieira, em O Jornal Batista, pg 4 - 23 a 29/07/2001).

O presidente Roosevelt disse: "Ainda não houve uma pessoa em nossa história que tenha levado uma vida de facilidades, cujo nome valesse a pena ser lembrado." (Internet)

Havia, numa pequena cidade, um homem chamado Zé Muxoxo. Era uma figura folclórica, conhecido por todos pelo seu desânimo, suas reclamações constantes, seu pessimismo e sua crônica falta de energia. Ele vivia desalentado com a vida, sempre achando tudo muito custoso, muito difícil. Por fim, decidiu que seria melhor e mais fácil morrer do que continuar vivendo. Entrou num caixão e pediu que o levassem para o cemitério. A cidadezinha parou para assistir a um enterro tão inusitado!

Logo formou-se um grande cortejo atrás do defunto vivo; uns penalizados, outros revoltados, a maioria simplesmente curiosa. Um conhecido seu, avisado daquele absurdo, correu ao seu encontro e pediu aos que levavam o caixão que parassem. "Zé, não faça isso", disse-lhe. "Tanta gente querendo viver, esforçando-se para isso, e você desistindo da vida? Tire essa idéia louca da cabeça, rapaz!" O homem abriu a tampa do caixão e retrucou: "Não adianta. Não quero mais viver. Estou cansado de ter de lutar para sustentar a minha casa, ter de trabalhar para ganhar a minha comida. Eu desisto". "Não seja por isso, Zé!" tornou o amigo, querendo animá-lo. "Olhe, eu dou duzentos quilos de arroz para você, de graça. Tão cedo você não vai precisar trabalhar para se manter". Zé Muxoxo revirou os olhos, coçou o queixo, pensou, refletiu... e depois perguntou: "Com casca ou sem casca?" "Com casca, ora essa!" O Zé fechou a tampa do caixão e gritou para os que o carregavam: "Toca pro cemitério!" Esse caso pode ser engraçado, mas nos tornamos assim quando nos entregamos ao desânimo: derrotados, pessimistas. Achamos que tudo muito árduo, muito difícil. Enxergamos problema em tudo. Desprezamos todas as ofertas de ajuda. (Marcelo Aguiar, em Cura Pela Palavra, pg 94).

Tem gente que, andando pela rua, vê uma casca de banana a 10 metros à sua frente, um perigo lá adiante, e diz: "Ai! ai! ai! Vou cair de novo!!!"

No sábado, dia 6 de outubro de 2001, tomei posse na ministração do propósito de evangelismo e missões da IB-Central em São Fidélis-RJ e, naquela noite, o pregador, Pr. Silas de Freitas, disse que "quando olhamos para Deus, temos ótimas razões para não desanimarmos".

A síndrome de Gabriela: "eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim; Gabriela!" - é próprio dos medrosos, inseguros e acomodados.

Conta a lenda que havia, em certa floresta, uma raposa muito inteligente e muito justa. Ela sempre saía em defesa dos amigos bichos e contestava com eloqüência todos os desmandos do governo da mata. Suas denúncias e seus discursos inflamados iam lhe conquistando cada vez mais a simpatia dos animais mais fracos e a irritação dos mais poderosos. Por fim, o rei leão resolveu dar um jeito naquela opositora. Ofereceu-lhe o cargo de primeira-ministra, com todas as honras e mordomias. E sabe o que aconteceu? Nunca mais a raposa abriu a boca para falar mal do governo...

O comprometimento nos derruba. Ele transforma-se no impulso final que leva a alma enfraquecida, já desequilibrada, de encontro ao chão. Por isso, o Senhor adverte "e não vos conformeis com este mundo...". (Marcelo Aguiar, em Cura Pela Palavra, pg 86).

Charles Swindoll escreveu um livro chamado "Vivendo Acima da Mediocridade", onde ele mostra que existe um estilo de vida, que a maioria de nós não vive, que está acima do estilo de vida adotado ela massa humana no mundo: um estilo de vida conforme os sopros de Deus. (Josias Bezerra, em O Jornal Batista, pg. 9, 14 a 20/01/2002).

Um membro de igreja chegou todo vaidoso ao pastor e disse: "Tenho 23 anos de vida cristã". O pastor, corrigiu logo: "Não, o irmão de 1 ano de crente. O resto é repetição". De fato, há crentes que conhecemos que não apresentam nenhum sinal de melhora ou crescimento, são sempre os mesmos de anos atrás.

Este comportamento lembra a estória do bezerro que precisou atravessar uma floresta virgem. Por ser um animal irracional, abriu uma trilha tortuosa, cheia de curvas, subindo e descendo colinas. No dia seguinte, um cão que passava por ali usou esta trilha para atravessar a floresta. Depois foi a vez de um carneiro, líder de um rebanho, que fez seus companheiros seguirem pela trilha sinuosa. Mais tarde, os homens começaram a usar este caminho: entravam e saiam, viravam à esquerda e à direita, abaixando-se, desviando-se de obstáculos, reclamando e praguejando do difícil trajeto. O caminho acabou virando uma estradinha onde as pessoas percorreriam em três horas uma distância que poderia ser vencida em uma. Muitos anos se passaram. A estradinha tornou-se o principal acesso de um vilarejo, que depois se tornou uma grande cidade e parte deste trajeto do bezerro se transformou numa grande avenida do centro nervoso da grande metrópole. E por ela passaram a transitar diariamente milhares de pessoas, seguindo a antiga trilha do bezerro.

Como Começam os Costumes: Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas. Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: - "Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui...".

Deus não nos chamou para uma colônia de férias, mas para uma batalha espiritual. - Boletim da PIB-Pavuna, Rio de Janeiro.

Quando um médico nos dá uma receita não ficamos a esperar o dia todo perto do telefone aguardando que ele telefone quatro vezes por dia e nos diga: "Olhe, tome o comprido agora". As instruções já vêm na receita ou na bula. Mas o crente que assume uma atitude passiva age assim, pois fica esperando que Deus repita seus mandamentos, que já estão tão claros, para depois obedecerem.

Acabara de pregar uma mensagem sobre missões. Após o culto, um senhor ficou aguardando que todos saíssem, para depois falar com o pregador.

Disse-lhe que era médico, e logo sugeriu-lhe o pregador que usasse seus conhecimentos em uma obra missionária. O homem disse: "Gostaria muito, mas meu consultório está sempre tão cheio que não tenho tempo para nada". E em seguida, como que pedindo desculpas, acrescentou: "Eu faria qualquer coisa para Deus, se Ele me pedisse". Essa observação do homem deixou o pregador incomodado. Mais tarde, concluiu: "a atitude dele para com o senhorio de Cristo era totalmente passiva".

Luta-se, em todo o mundo, para se propiciar ao lactente, no primeiro semestre de vida, exclusivamente leite materno. Quanto mais o filho sugar, mais leite a mãe terá. Ao ministrar-se outro nutriente através de mamadeira, pela humana lei do menor esforço, o bebê se recusará a puxar o seio materno e o leite não aparecerá. - Jeiel C.F. Souza

É como o famoso personagem criado por Monteiro Lobato, o Jeca Tatu. Sua afirmação categórica, conclusiva, dogmática, irrefutável, era sempre o "não vale a pena", fruto da indisposição doentia. Daí produzir "só pro gasto".

No dizer de Gene Edwards: "O evangelismo pessoal é o único que pode alcançar uma cidade inteira com o Evangelho de Cristo. Templo é um impedimento para evangelização do mundo. Não porque tenhamos templos, mas porque não queremos sair deles!" ("Assim Uma Igreja Conquista Almas", EMPREVAN, Rio de Janeiro).

Huberto Rohden lembra, num de seus livros, que quando os sábios desvendam um mistério por esses mundos ignotos, sete outros estão à espera de quem os sonde. Não se pode acomodar.

No livro Igreja: Por Que Me Importar?, Yancey conta uma parábola de Kierkegaard, filósofo dinamarquês. É a história de um grupo de gansos
que freqüentavam uma Igreja Protestante. Todos os domingos lá se iam eles, bamboleando, naquele conhecido e engraçado andar de ganso, até a igreja. O pastor-ganso pregava sempre o mesmo sermão: "Não precisamos andar sobre a terra, presos a este lugar. Podemos alçar nossas asas e voar até as regiões mais distantes, subir até os climas mais
abençoados". A gansarada toda dizia "Amém", em altas vozes. Terminado o
culto, lá se iam os gansos, bamboleando, de volta para suas casas. Ouviam a mesma mensagem todos os domingos, diziam "amém" a ela, e
continuavam na mesma, mostra Kierkegaard. Cristão convicto, o filósofo
tocou num ponto que não se restringe à sua Igreja, a Luterana, mas a
todas. - Isaltino Gomes Coelho Filho

O pior inimigo do ótimo é o bom.

É comum alguns se levantarem para dizer: "Está em ata que não pode mexer!" Ata de 20 anos atrás! Ora, coloque na ata que agora pode mexer!

...pessoas que vêem mudar o calendário, renovar as gravuras da folhinha, alterar o dígito do ano, mas que não mudam a vida, não olham à frente.

Ouvi de um certo fazendeiro, muito rico, que comprou um bonito carro, o mais moderno de sua época, e o colocou na garage de sua casa. Todos os dias aquele senhor tirava a poeira do carro e com uma flanela dava brilho na lataria. Passava horas admirando o seu lindo carro! Não satisfeito com o cuidado que estava dando ao carro, resolveu derrubar uma das paredes de sua sala de visitas e transferir o carro para lá. Assim o carro seria melhor admirado e protegido. Seus amigos, de perto e de longe, vinham admirar o carro, mas alguns, curiosos, passavam os dedos no carro, deixando-o manchado. O fazendeiro ficava muito triste, e deixou transparecer para os amigos o seu dissabor. Os amigos, então, não mais foram visitá-lo. Certo dia, aquele homem morreu e a fazenda foi leiloada com tudo o que tinha dentro. O comprador foi um jovem. Para surpresa dele, na sala de visita da casa havia um novíssimo carro! De imediato o jovem tirou o carro para fora. Convidou seus amigos e saiu pelas ruas, pelos morros, pelas vilas e por todos os cantos da cidade.

Os vidros se empoeiraram, as rodas sujaram-se de lama e a lataria mudou de cor. Pela primeira vez o carro exerceu a função para a qual fora fabricado. Essa história faz-nos lembrar de nossas igrejas. Quantas vezes ficamos dentro das quatro paredes do templo, dando brilho à nossa fé, na contemplação, impedindo até, que visitantes adentrem suas portas para não atrapalharem a programação e tirar o brilho dos cultos. A vida cristã não é para ser guardada dentro das quatro paredes da casa ou do templo. É para ser vivida no meio do lamaçal do pecado, para que os homens possam vê-la e venham a glorificar ao Pai que está nos céus.

...precisa sair "do banco" e entrar "no jogo".

De acordo com um mito (não sou biólogo para dizer se é verdade), se você colocar um sapo numa panela de água fervendo ele pula fora e salva a própria vida. Mas, se você colocar o sapo numa panela de água fria e for esquentando a água aos poucos, ele não percebe a mudança da temperatura e morre cozido. Mas, por que o sapo não pula quando a água começa a ficar quente? Será que ele não sente que a água esquentou? Vamos tomar a personalidade dele, enquanto a água está esquentando, e verificar o que se passa na cabeça do sapo:

28 Graus - Humm... que água gostosa ...

32 Graus - É ... a água está boazinha ...

36 Graus - Esta água está ficando sem graça, será que está esquentando? Bobagem! Por que a água iria esquentar? Deve ser impressão minha.

38 Graus - Estou ficando com calor ... Que droga de água! Ela nunca foi quente, por que está esquentando?
39 Graus - Essa água é uma porcaria! Melhor nadar um pouco em círculos até a água esfriar de novo.

40 Graus - Esta água é muito quente , humm que ruim! Vou voltar lá para aquele lado que estava mais fresco ou será que é melhor esperar um pouco?

42 Graus - Realmente, esta água está péssima, quente de verdade, tenho que falar com o supervisor das águas. Claro, eu podia pular fora, mas onde será que vou cair? Melhor esperar só mais um pouquinho.

43 Graus - Meu Deus! Será que eu tenho que fazer tudo por aqui? Já
reclamei e ninguém toma uma atitude?

44 Graus - Mas este supervisor de águas não faz nada? Será que ninguém nota que a água está super quente? Vou esperar mais um pouco ...

45 Graus - Se ninguém fizer nada eu vou fazer um escândalo ... Aiiiii
QUE CALORRR !!!!!!

46 Graus - Eu devia ter pulado fora quando eu tive oportunidade, agora é tarde. Estou sem forças.

48 Graus - "sapo morto".

O pensamento do sapo ilustra o processo de mudança no ambiente e como as pessoas reagem. No mundo de hoje em que as mudanças de "temperatura" são tão corriqueiras, quem pensa como o sapo, perde as oportunidades de mudar e crescer.

Tem que trabalhar! Um pesquisador do Instituto Agrícola chegou ao sítio e começou a prencher o formulário. -Esta terra dá mandioca? -Não senhor, respondeu o sitiante. -Dá batata? -Não senhor. -Dá milho? -Não senhor. Dá feijão? -Não senhor. -Dá arroz? -Não senhor. -Quer dizer que por aqui não adianta plantar nada? -Ah! Se plantar é capaz de dar.A questão são os crentes "Quatro S", segundo o pastor Exéquias: "Salvos, satisfeitos, sentados e sonolentos". 15/12/06

"Na terra do faz-de-conta, havia um sujeito que queria porque queria cozinhar um sapo. Todo dia ele fervia uma chaleira de água, e quando a água estava bem quente ele pegava o sapo e jogava na panela. Só que o sapo que não era bobo, pulava fora, até porque, ele sabia que o contato com a água quente o levaria a morte. Isto durou muitos dias, até que num determinado momento, o sujeito mudou a estratégia. Em vez de jogar o sapo na água quente, ele colocou o sapo cautelosamente na panela em água natural e fria. E sem que o bicho o percebesse acendeu o fogo, a água foi aquecendo, aquecendo, esquentando devagarzinho, até que finalmente ferveu e o sapo morreu". Trago a tona esse pequeno conto para ilustrar o fato de que muitas vezes sem que percebamos vamos perdendo valores absolutamente saudáveis a nossa fé. Renato Vargens. 13/3/07

Era uma vez uma corrida de sapinhos. Eles tinham que subir uma grande torre, e atrás havia uma multidão, muita gente para torcer por eles. Começou a competição. A multidão dizia: Não vão conseguir, não vão conseguir! E os sapinhos, desistindo um por um, menos um que continuava subindo. Aí, aclamava a multidão: Vocês não vão conseguir, vocês não vão conseguir, e os sapinhos iam desistindo um por um, menos um que subia tranqüilo. Ao final da competição, todos desistiram, menos aquele. Todo mundo queria saber o que aconteceu, e quando foram perguntar ao sapinho como ele conseguiu chegar até o fim, ficaram sabendo que ele era SURDO! MORAL DA HISTÓRIA: Quando você precisar fazer alguma coisa que exija coragem, não escute as pessoas! 24/4/07

Um preguiçoso deitado na rede pergunta pro amigo: "Meu rei... tem aí remédio pra picada de cobra? - Tem não, meu lindo. Por que, você foi picado? - Não, mas tem uma cobra vindo na minha direção.

Postar um comentário